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29 de junho de 2015

Celebridades ao quadrado!



No Brasil, várias celebridades viraram personagens de revistas em quadrinhos e viveram muitas aventuras voltadas ao público infantil! A maioria delas, publicadas nos anos 1980 e 1990, contavam com pessoas famosas do mundo da televisão, da música e dos esportes! Nesse post, iremos abordar mais essa curiosidade. Se você não conhecia tais revistinhas, com certeza irá se divertir em conhecê-las e se já conhecia, terá a oportunidade de relembrá-las!


TV


Das celebridades televisivas, Os Trapalhões e Fofão, já eram personagens na TV, sendo que não foram os atores em si que ganharam uma versão em quadrinhos, contudo, resolvi incluí-los nesse post por serem bastante queridos do público brasileiro! Uma curiosidade é que, pelo que consta, os trapalhões Didi, Dedé, Mussum e Zacarias foram as celebridades a aparecer nos quadrinhos por mais vezes, desde 1976 a 2010; sendo que por último, apenas o líder Didi e sua filha Lili (Lívian Aragão)!

Os apresentadores de televisão são os que mais ganharam versões quadrinhísticas, caso dos apresentadores de programas infantis Angélica, Fofão, Sérgio Mallandro e Xuxa (até as Paquitas ganharam uma edição especial na Coleção Gibizinho)! Dos apresentadores de programas de auditório, Faustão e Gugu também tiveram suas adaptações para os quadrinhos, e para completar o quadro televisivo, Ana Maria Braga! Veja algumas capas abaixo:

  • Angélica: 20 ed., 1989-1992 (Bloch).


  • Aninha: 25 ed., 1998 (Nova Cultural).


  • Quadrinhos do Faustão: 8 ed., 1991 (Abril).

  • Fofão: 24 ed., 1987-1989 (Abril).

  • Aventuras do Gugu: 13 ed. (Sequência)/ Novas Aventuras do Gugu: 1 ed (Sequência)/ Revista do Gugu: 20 ed., 1988-1990 (Abril).

  • Revista do Sergio Mallandro: 20 ed., 1988-1990 (Abril)/ Sergio Mallandro: 22 ed., 1990-1992 (Globo).

  • Os Trapalhões: 84 ed., 1976-1986 (Bloch)/ As Aventuras do Didi: 42 ed., 1982-1985 (Bloch)/ Os Trapalhões Revista em Quadrinhos: 76 ed., 1988-1993 (Abril)/ As Aventuras dos Trapalhões: 51 ed., 1989-1994 (Abril)/ As Aventuras do Didi: 3 ed., 1996 (Bloch)/ As Aventuras do Didizinho: 20 ed., 2004-2005 (Escala)/ Didi & Lili Geração Mangá: 10 ed., 2010-2011 (Escala).


  • Revista da Xuxa: 69 ed., 1988-1993 globo/ Paquitas: 1 ed. especial na ed. 12 da Coleção Gibizinho (Globo) em 1992.



MÚSICA


Não foram muitos os cantores que ganharam uma versão em quadrinhos no Brasil, mas dos cantores brasileiros, Leandro e Leonardo tiveram essa oportunidade! Tiririca também chegou a estrear uma edição sem muito sucesso (notem que Tiririca também lançou uma cartilha em quadrinhos quando candidato a deputado federal)! Outro grupo - só que internacional - publicado no Brasil, foi a banda americana New Kids on the Block, mas diferente dos demais, os gibis dessa banda, não eram produzidos no Brasil! Veja algumas capas abaixo:

  • Leandro e Leonardo em Quadrinhos: 20 ed., 1991-1993 (Globo).


  • New Kids on the Block: 18 ed., 1991-1992 (Globo).

  • Tiririca em Quadrinhos: 1 ed. (Taquara Editorial).



ESPORTES


O mundo dos esportes também tem seus heróis. Oscar, da seleção brasileira de basquete, Ayrton Senna e os jogadores de futebol Pelé, Neymar e Ronaldinho Gaúcho também foram protagonistas de suas próprias revistas em quadrinhos. O pai da Turma da Mônica, Maurício de Sousa, preferiu investir nos três futebolistas! Veja algumas capas abaixo:


  • Oscarzinho: 3 ed., 1998 (Mythos).


  •  Senninha e sua Turma: 99 ed., 1994-1999 (Abril)/ Senninha e sua Turma: 6 ed., 1999-2000 (Brainstore)/ Senninha e sua Turma: 10 ed., 2008-2010 (HQ Maniacs Editora).

  • Pelezinho: 58 ed., 1977-1982 (Abril)/ As Melhores Histórias do Pelezinho: 15 ed., 2012-2015 (Panini)/ Pelezinho Coleção Histórica: 6 ed., 2012-2015 (Panini), e algumas edições especiais pela editora Globo!


  • Neymar Jr.: 24 ed., (1ª série) 2013-2015/ (2ª série): Em andamento desde mai/2015.


  • Ronaldinho Gaúcho e Turma da Mônica: 3 ed. 2006 (Globo)/ Ronaldinho Gaúcho: 100 ed. 2007-2015 (Panini).



Além das linhas mensais mencionadas acima, muitos desses personagens também tiveram Almanaques e edições Especiais. Quanto maior o sucesso e as vendas, maiores as chances de um gibi ganhar edições extras!


Outras celebridades que estrelaram nos quadrinhos e merecem destaque são Oscarito e Grande Otelo, Mazzaropi, os palhaços Carequinha e Arrelia e Pimentinha, mas esses não eram em versão mirim e nem tiveram um título próprio, sendo que foram publicados na coleção Seleções Juvenis da La Selva nos anos 1950! Ainda nos anos 1950, Bozo também estrelou na curta coleção Batuta da Orbis! Outras personalidades como Chico Anisio (na edição especial Chico Anisio - Era Xixo um Astronauta?) e Zé do Caixão também tiveram a sua vez, mas sem muito sucesso! Já o empresário Beto Carrero, mais conhecido por seu parque temático Beto Carrero World, teve duas coleções próprias: As Aventuras de Beto Carrero em 5 edições (Cluq) e As Aventuras de Betinho Carrero, versão mirim, publicada pela JB World em 8 edições!

E você, se fosse uma celebridade, alguém famoso, gostaria de ser transformado em personagem de uma revista em quadrinhos só sua?! Se alguém conhecer mais alguma celebridade que virou gibi e que não foi citado aqui, aproveite o campo dos Comentários! ;)

(Fonte: Universohq/ Guia dos Quadrinhos. Fotos: Guia dos Quadrinhos)

19 de novembro de 2014

Relembrando alguns personagens de Desenhos Animados que já visitaram o Brasil



O Brasil também recebe turistas estrangeiros nos desenhos animados! E provavelmente, o primeiro personagem famoso a visitar o Brasil nos desenhos animados, foi o pato Donald! O acontecimento ocorreu em 1942 no longa "Alô, Amigos" (Saludos Amigos). Produzido pelos Estúdios Disney, o longa de animação foi uma tentativa de aproximação dos Estados Unidos com a América Latina, objetivo de sua campanha "Política da Boa Vizinhança". O país precisava de aliados contra os ideais nazifascistas durante a Segunda Guerra Mundial, e o governo dos Estados Unidos financiou vários artistas, entre eles, Walt Disney, que produziu o desenho de estreia do papagaio brasileiro José Carioca (Joe Carioca), e outros! Passando por vários países do continente, no Brasil, o Pato Donald dançou ao som de "Aquarela do Brasil" e "Tico-Tico no Fubá" no Rio de Janeiro. 

Ops, o pato Donald enchendo a cara no Rio de Janeiro?!


Ainda durante a Segunda Guerra, em 1944, o pato Donald voltou para o Brasil no desenho "Você já foi à Bahia?" (The Three Caballeros), aonde ele reencontrou seu amigo Zé Carioca em Salvador, Bahia! Foi nessa animação que estreou o galinho mexicano Panchito, o terceiro cavaleiro do título original! Assim como em "Alô, Amigos", vários países da América Latina apareceram no longa. Em 1948, Pato Donald e Zé Carioca voltaram a se encontrar no Rio de Janeiro (sem menções ao país) no curta musical "A Culpa é do Samba", do filme "Tempo de Melodia" (Melody Time)!

O pato Donald paparicou muito e fez a festa na Bahia!


Em 1944, o marinheiro Popeye também fez uma visitinha ao Brasil no episódio "Vamos para o Rio" (Were on our way to Rio), produzido pelo Famous Studios. No episódio, Brutus e Popeye viajam até o Rio de Janeiro, aonde encontram a dançarina Olívia Palito que canta "Samba Lelê" em um cassino carioca (na época, os cassinos eram permitidos e os do Rio eram famosos no exterior). Lá, os dois rivais, disputam a atenção da garota.

 Brutus e Popeye chegaram ao Rio de Janeiro montados numa vaca!


Em 2002, os Simpsons também vieram ao Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro e logo depois, seguindo para o Amazonas. O episódio "A Culpa é da Lisa" (Blame It On Lisa) gerou polêmica no Brasil por mostrar algumas das realidades brasileiras (gostando ou não), como sequestros, meninos de rua assaltando turistas, favelas, entre outras coisinhas que irritou o então presidente da república, Fernando Henrique Cardoso, que vinha investindo em publicidade internacional para atrair turistas estrangeiros. Aqui, os Simpsons dançaram ritmos musicais "tipicamente" brasileiros como Conga (estilo musical cubano) e a Macarena (de origem espanhola), mas a  mais "poderosa dança brasileira" era a Penetrada (sim, você não pensou besteira)!

Muita polêmica em torno da viagem dos Simpsons ao Rio de Janeiro. 
Para nós brasileiros, nada do que mostraram foi novidade!


Em 2014, os Simpsons voltaram ao Brasil, e dessa vez, Homer Simpson veio para apitar os jogos da Copa do Mundo por todo o país. No episódio "You Don't Have to Live Like a Referee", os Simpsons passam por Recife, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo. Na capital paulista, Homer admira o skyline da cidade, janta no restaurante Figueira Rubayat (conhecido por ter uma figueira no meio do salão) e apita no Itaquerão.

  Alguns dos pontos mais conhecidos de São Paulo reunidos em um único cenário!


Mickey Mouse também aproveitou a Copa do Mundo no Brasil, para fazer uma visitinha ao Rio de Janeiro, aonde ele tenta assistir a um jogo no Estádio do Maracanã! Isso foi em um episódio de "Mickey Mouse Shorts": "O Futebol Clássico", exibido em junho de 2014!

Mickey se metendo em confusão no Maracanã.


Vários outros personagens já visitaram a Amazônia nos desenhos animados, no entanto, a Amazônia está situada em vários países, o que nos impede de saber se o episódio se passou justamente no Brasil. Obviamente, também não foram considerados na matéria, os desenhos animados em que os dubladores adaptavam os nomes das cidades originais para cidades brasileiras. A franquia "Rio" também não foi considerada, já que a arara azul Blu, além de nascer no Brasil, não era famosa até a criação da animação pelo estúdio americano Century Fox!

E você, conhece algum outro personagem famoso que visitou o Brasil nos desenhos animados, mas que não foi mencionado aqui? Compartilhe o seu conhecimento!

Fotos: Reprodução

15 de agosto de 2014

Histórias em Quadrinhos, "arte inferior" ou Literatura?



Na Numeração das Artes, as Histórias em Quadrinhos são classificadas como a 9ª Arte (imagem, cores, palavras). 

Os quadrinhos no Brasil: Embora esse meio já tenha sido mais popular no Brasil (e em outras partes do mundo), a partir dos anos 2000 voltou a ter um destaque maior na mídia brasileira! Surgiram as adaptações cinematográficas made in Hollywood, os grandes eventos que atraem jovens e adultos brasileiros aos milhares, maior atenção do governo com projetos de incentivo, novas editoras de olho no meio, e lançamentos de novos títulos, que resultaram no aumento das vendagens! 

No mundo moderno em que vivemos, são várias as mídias de entretenimento que concorrem com as revistas em quadrinhos, incluindo a Internet! Somando-se a isso, a falta de hábito que o brasileiro tem de ler, mais o preconceito que muitos possuem contra esse tipo de leitura, os quadrinhos ainda precisam lutar bastante pelo seu espaço no mercado! Hoje, boa parte dos leitores de quadrinhos são os adultos, público em que as editoras tem se focado cada vez mais com o lançamentos de graphics novels (termo para um formato que geralmente traz enredos longos e complexos, frequentemente direcionados ao público adulto), e publicações em formatos luxuosos próprios para livrarias. 

Alguns pedagogos, consideram os quadrinhos, uma "arte inferior" (talvez pelo simples motivo de não gostarem de ler esse gênero), mas ele tem recebido maior destaque, inclusive no meio literário! No Brasil, é comum ainda, muitos taxarem os quadrinhos de "coisa para criança, infantil", ignorando os vários estilos nesse segmento, que vão do clássico infantil "cartunesco" ao adulto "realista", da ficção às biografias e auto-biografias, das adaptações literárias às obras de jornalismo. Considerando-se que 80% do mercado de quadrinhos no Brasil é dominado pela Turma da Mônica, talvez os menos antenados encontrem aí, a impressão de que quadrinhos são apenas para crianças (mesmo que boa parte dos leitores da turminha sejam adultos que continuam lendo esses personagens)!

Os quadrinhos no mundo: Mas se por um lado, ainda existe uma grande resistência no nosso país (lembrando que a maioria dos que critica, nem ao menos gosta de ler), em outras terras, como na Europa, por exemplo, as Histórias em Quadrinhos já conquistaram o status de arte há muito tempo! Na Europa, existe o chamado mercado franco-belga de quadrinhos, que é visto com grande importância no continente. Para citar alguns exemplos, 1/3 dos franceses leem histórias em quadrinhos, mesmo que na França, elas sejam vendidas a preços mais altos, consequência do tratamento gráfico luxuoso que essas publicações recebem das editoras. Na Itália, as revistas em quadrinhos também são muito populares e é lá que está a maior produção de HQs Disney no mundo, e do gênero faroeste! 

No Japão, as revistas em quadrinhos, ou mangás, como são chamadas, também são populares e representam cerca de 40% de todas as publicações feitas no país. Entre os japoneses, as histórias em quadrinhos, ainda que grossas e semanais, são vendidas aos milhões e lidas tanto pelo público feminino, quanto pelo público masculino. Tanto pelas senhorinhas de 80 anos, quanto pelas crianças. Tanto pelos estudantes, quanto pelos executivos ou ministros.

Nos Estados Unidos, quadrinhos também são bem populares, sendo os super-heróis, os preferidos dos americanos. Lá, as revistas são inclusive, itens de grande valor entre colecionadores, e podem alcançar alguns milhões de dólares em leilões! Entre os atores de Hollywood, Nicolas Cage deve ser o que tem a coleção mais valiosa! Já o Barack Obama, é fã de Homem-Aranha e Conan!

Mas voltando à pergunta inicial, Histórias em Quadrinhos são "arte inferior" ou Literatura? Nem um, nem outro, afinal, não são classificadas como Literatura, mas são classificadas como Arte - uma combinação da Literatura (palavras), com a Pintura (imagens) - recebendo o seu devido valor e reconhecimento no meio artístico, e acreditem, também no meio literário!

E é aí que surge outra pergunta: Se não são Literatura, então como pode existir reconhecimento para os quadrinhos, no meio literário? Bem, talvez os exemplos abaixo, sejam suficientes para responder à esta última pergunta, pois veremos aqui, Histórias em Quadrinhos que, sem esperar, concorreram com grandes obras literárias e jornalisticas e ganharam os mais importantes prêmios do meio literário. Vale destacar que nenhum desses prêmios são destinados a Quadrinhos:

- Em 1991, Neil Gaiman e Charles Vess ganharam o World Fantasy Award, prêmio internacional que prestigia autores de ficção científica e histórias fantásticas em diversas categorias, voltadas para o formato literário! A HQ premiada foi "Sonho de uma noite de verão", publicada na edição 19 da revista em quadrinhos "Sandman".

- Em 1992, a biografia em quadrinhos "Maus" de Art Spiegelman ganhou um Prêmio Pulitzer, importante premiação norte-americana destinada aos trabalhos de destaque nas áreas de jornalismo, literatura e música.

- Em 2001, "Jimmy Corrigan: O menino mais esperto do mundo", de Chris Ware, ganhou o primeiro Guardian First Book Award concedido a quadrinhos. Esse é um importante prêmio literário pelo jornal britânico The Guardian. 

- Em 2005, a revista norte-americana Time incluiu "Watchmen", de Alan Moore e Dave Gibbons, entre os 100 maiores romances da língua inglesa desde 1923. Em 2006, foi a vez de "Fun Home, Uma Tragicomédia em Família", ser eleito o "livro do ano" pela revista Time.

- Em 2006, "O Chinês Americano" de Gene Luen Yang foi indicado ao National Book Award, uma das premiações literárias de maior prestígio dos EUA. Em 2009, o National Book Award indicou outra HQ, "Cicatrizes", de David Small, mas ambos não levaram o prêmio.

- Em 2007, a adaptação de "O Alienista", de Machado de Assis, por Fábio Moon e Gabriel Bá, foi premiada com o Prêmio Jabuti, o mais importante prêmio literário do Brasil. Embora não exista uma categoria para Histórias em Quadrinhos na premiação, mas em 2013, o Prêmio Jabuti abriu uma nova exceção e indicou mais três obras em quadrinhos.

Enfim, classificadas como Arte, as Histórias em Quadrinhos - ou Arte Sequencial - tem uma linguagem própria e conseguem atingir resultados que nenhuma outra arte conseguiria!

Abaixo, as capas de cada uma das obras premiadas. E algumas páginas extras de obras desenhadas ou coloridas nos mais variados estilos, com lápis, nanquim, tinta a óleo, guache, aquarela, canetas hidrográficas, Photoshop, etc.


Sandman. Ganhou o World Fantasy Award e foi publicado 
pela última vez no Brasil, pela editora Panini Books.

Maus. Ganhou o Prêmio Pulitzer e foi publicado no Brasil 
pela última vez, pela editora Cia. das Letras.

Jimmy Corrigan, o Garoto Mais Esperto do Mundo. Ganhou o Guardian 
First Book Award e foi publicado no Brasil, pela editora Cia. das Letras.

Watchmen. Eleito um dos 100 maiores romances - de 1923 
em diante - da língua inglesa pela revista Time, foi 
publicado pela última  vez no Brasil, pela editora Panini.

Fun Home, Uma Tragicomédia em Família, eleito o livro do 
ano em 2006 pela Time, e publicado no Brasil pela 
editora Conrad.

 O Chinês Americano (foto) e Cicatrizes. Ambos indicados 
ao National Book Award, e publicados no Brasil pelas 
editoras Cia. das Letras e Leya Brasil, respectivamente.

 O Alienista. Foi publicado pela editora Agir, e ganhou o 
Prêmio Jabuti, de literatura.

Da esquerda para a direita, o nome do título e de seu desenhista: Quando Eu Cresci (Tony Sandoval). No 
Brasil: Ed. Ática/ O Maravilhoso Mágico de Oz (Scottie Young). No Brasil: Ed. Panini/ Diosamante (Jean-
Claude Gal). Inédito no Brasil/ Asa Noturna (Jock). No Brasil: Ed. Panini/ Rose (Charles Vess). Inédito no 
Brasil/ Shenzhen (Guy Delisle). No Brasil: Ed. Zarabatana/ O Cão que Guarda as Estrelas (Takashi 
Murakami). No Brasil: Ed. JBC/ Princípe Valente (Hal Foster). No Brasil: Ed. Opera Graphica. 

Da esquerda para a direita, o nome do título e de seu desenhista: Recreio (João Montanaro). Ed. Abril/ 
Beasts of Burden Hill (Jill Thompson). Inédito no Brasil/ Construire un Feu (Christophe Chabouté). Inédito 
no Brasil/ Arzach (Moebius). No Brasil: Ed. Nemo/ Ás Inimigo, um Poema de Guerra (George Pratt). No 
Brasil: Ed. Abril/ Sin City (Frank Miller). No Brasil: Ed. Devir/ Batman, Guerra ao Crime (Alex Ross). No 
Brasil: Ed. Abril/ Theodore Poussin (Frank Le Gall). Inédito no Brasil.

Da esquerda para a direita, o nome do título e de seu desenhista: Où Le Regard Ne Porte Pas... (Olivier Pont). Inédito no Brasil/ Behemoth (Nic Klein). Inédito no Brasil/ Age of Reptiles (Ricardo Delgado). Inédito no Brasil/ Legend of the Scarlet Blades (Saverio Tenuta). Inédito no Brasil/ Love (Federico Bertolucci). Inédito no Brasil/ Blacksad (Guarnido). No Brasil: Ed. Panini/ Angela de la Morte ( Salvador Sanz). No Brasil: Ed. Zarabatana/ Canoe Bay (Patrick Prugne). Inédito no Brasil/ Forget Me Not (Tsuruta Kenji). Inédito no Brasil/ Le Sisters (William Maury). Inédito no Brasil. 


Da esquerda para a direita, o nome do título e de seu desenhista: L'ombre de l'ours (Michel Faure). 
Inédito no Brasil/ Vidas Imperfeitas (Mariana Cagnin). Ed. HQM/ Ken Parker (Ivo Milazzo). No Brasil: Ed. Cluq/ Pequeno Boule & Bill (Jean Roba). No Brasil: Ed. Nemo/ Mickey (Giampaolo Soldati). No Brasil: Ed. Abril/ Gigantomakhia (Kentaro Miura). Inédito no Brasil/ A Baleia Branca (Will Eisner). No Brasil: Ed. Cia. das Letras/ Conan, o Cimério (Greg Ruth). No Brasil: Ed. Mythos.


Fontes: http://www.educacional.com.br/ e http://www.blogdacompanhia.com.br/